THIH na Backstage Digital | Ed. 72

O artista THIH é o destaque da capa digital da edição 72 da Backstage Mag. O artista se prepara para o lançamento do single “Que Bom Seria”, que chega às plataformas via Marã Música no próximo dia 13 de fevereiro. Neste trabalho, o cantor e compositor mergulha em uma fase de profunda honestidade artística. A faixa não é apenas um lançamento, mas um marco de maturidade em sua trajetória solo, reforçando seu compromisso com a verdade em cada acorde. Faça o pré-save

Com uma sonoridade lapidada no indie rock, a nova música explora a fascinante dualidade entre o desejo de prever o futuro e a necessidade de se entregar ao presente. THIH utiliza sua bagagem musical, moldada desde a infância pelo rock clássico e por experiências nos palcos da Baixada Santista, para construir uma narrativa que acolhe as inseguranças. Para ele, a dedicação plena só acontece quando o caminho ainda é uma folha em branco, transformando a dúvida em combustível para a criação.

Neste trabalho, o foco é a experiência sonora direta. Abandonando as certezas, o artista optou por elementos clássicos do gênero, como guitarras limpas e vozes dobradas, criando uma atmosfera que é, ao mesmo tempo, íntima e expansiva. É um convite para o ouvinte se conectar com a persistência invisível que existe por trás de todo sonho, celebrando o “espaço entre o medo e a esperança” onde a música realmente ganha vida.

Em entrevista, THIH revela detalhes sobre o processo introspectivo que deu origem à letra de “Que Bom Seria” e como a vontade de viver seus sonhos o impulsiona a seguir sem pausas. Ele compartilha suas escolhas estéticas para esta nova fase, explica a importância de manter a constância mesmo diante das incertezas e comenta o que espera que o público sinta ao dar o play nessa caminhada sonora.

Confira o bate papo:

“Que Bom Seria” fala sobre acreditar no futuro mesmo sem certezas. O que te inspirou a escrever essa música?

A vontade de viver o que foi descrito nela. Acredito que todo artista, quando inicia sua trajetória, sonha em chegar a grandes palcos e ver sua arte sendo reconhecida. Seria maravilhoso poder visualizar o futuro, porém, como não podemos, a mensagem que deixo na música é continuar na constância e não parar, independentemente da ocasião, pois esse sonho tende a se tornar realidade.

Créditos: @clicktrotta

A letra mostra um lado bem honesto do seu processo, com medos e dúvidas. Foi difícil se expor dessa forma na canção?

Tudo soou de forma bem natural. No dia em que escrevi essa música, eu estava visualizando muito a minha carreira daqui a alguns anos e me imaginando em grandes palcos. Foi então que comecei a escrever com essa narrativa de imaginar o futuro. Porém, se realmente pudéssemos prevê-lo, não nos dedicaríamos a extrair o melhor de nós no que fazemos, por ter a certeza de que tudo daria certo.

Como você descreveria a sonoridade do single para quem ainda não te conhece?

Desde o início, eu já imaginava essa música com uma pegada mais indie, estilo que admiro e gosto muito. A partir de algumas referências do segmento, veio a ideia de fazer a voz dobrada uma fazendo a base e a outra oitavada acompanhando além de um som mais clean, diferente de outras músicas que estarão no mesmo álbum.

O que você espera que o público sinta ao ouvir “Que Bom Seria”?

A vibe de uma música sincera, com uma melodia viciante.

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