Entre Brasil e Espanha, Clarice Alves amplia fronteiras da carreira e fortalece atuação nos bastidores

Vivendo uma fase marcada por novos desafios e pela expansão de sua atuação no audiovisual, Clarice Alves tem consolidado uma trajetória que atravessa fronteiras geográficas e criativas. Enquanto colhe os frutos de sua estreia recente nos cinemas espanhóis, a artista também reforça sua presença no mercado brasileiro e amplia sua participação nos bastidores de produções audiovisuais.

Um dos destaques dessa fase é sua presença em “Todo Lo Que Nunca Fuimos”, adaptação cinematográfica do best-seller de Alice Kellen. Gravado na Espanha e lançado recentemente nos cinemas do país, o longa traz Clarice no papel de Rose, mãe da protagonista Leah (Margarida Corceiro), em uma trama que percorre temas como luto, amadurecimento e reconstrução de vínculos afetivos.

Paralelamente à experiência no cinema europeu, a artista também mantém sua conexão com o audiovisual brasileiro por meio de “Impuros”, série do Disney+. Após integrar a sexta temporada da produção, Clarice segue envolvida com o universo da obra e já tem presença confirmada na próxima fase da série. Sobre a oportunidade de transitar entre projetos de diferentes formatos, idiomas e contextos culturais, ela reflete: “Eu vejo tudo isso como experiências que se complementam. Poder transitar entre mercados e culturas diferentes, e projetos tão distintos, é um dos maiores privilégios da minha profissão. Recentemente estreei um drama nos cinemas da Espanha e, ao mesmo tempo, faço parte de uma produção brasileira de grande alcance, que é ‘Impuros’. São universos muito contrastantes, assim como os diretores, as equipes, as referências culturais e as formas de contar histórias. E acredito que cada uma dessas experiências contribui para a construção do meu olhar como artista”, afirma.

Nesse contexto, Clarice também se dedica ao desenvolvimento de “Virando o Jogo”, produção da Camisa Listrada em parceria com a Group Doze e a Aura Films, que tem como eixo central a relação entre juventude, esporte e inclusão. A trama acompanha uma jovem atleta que enfrenta barreiras para ver sua equipe competir em uma disputa historicamente dominada por garotos, lançando luz sobre questões ligadas à representatividade feminina no futebol. Com direção de Tatiana Fragoso e estreia prevista para 2027, o projeto chega em um momento simbólico para o país, marcado pela realização da Copa do Mundo Feminina no Brasil.

“Assumir também o papel de produtora tem sido uma experiência muito rica. Como atriz, muitas vezes eu chego quando a visão já está construída e o meu trabalho é dar vida àquela personagem, construir aquela realidade e contar aquela história. Como produtora, tenho a oportunidade de acompanhar todo o processo criativo desde o início, do desenvolvimento da narrativa à construção da identidade do projeto. É um olhar diferente, mas que dialoga diretamente com a minha experiência como atriz”, explica.

Para a artista, atuar em diferentes países e ao lado de equipes multiculturais amplia não apenas seu repertório profissional, mas também sua compreensão sobre as múltiplas formas de contar histórias: “Cada projeto, cada país, cada equipe e cada encontro trazem novas referências, novas perspectivas e experiências que vão se somando ao longo do meu caminho. Tudo isso se reflete diretamente no meu trabalho como atriz e também na forma como penso, desenvolvo e acompanho novos projetos nos bastidores”, conclui.

Entretenimento

+ There are no comments

Add yours